Nós nos média


“Sem 12 de Março e Que Se Lixe a Troika, não teria havido ‘geringonça’ e o país não teria o único Governo não austeritário da Europa” – Guya Accornero Mas Accornero aponta para movimentos relativamente novos, como o Habita e o Stop Despejos!, que “já fazem um trabalho incrível quando o direito à habitação está cada vez mais em risco”. Labrincha fala de um activismo que se abriu, saiu de Lisboa e do Porto, e se atomizou em movimentos que trabalham em diferentes áreas, chegando assim cada vez a mais gente. E sim, também ele, um dos organizadores do 12 de Março, acredita que sem esse dia o Governo actual nunca teria existido. Lembrando os obstáculos enfrentados por menos de meia dúzia de “putos mal chegados a Lisboa” até serem levados a sério e encontrarem pessoas como Raquel Freire e Sérgio Vitorino, especialmente activos no movimento LGBT, que acreditaram neles […]

Maio de 68 – 50 anos depois: A década em que se voltou a exigir democracia na rua




“Se não estivermos informados, o consumo cego perpetuar-se-á”, diz Mariana Rodrigues, fundadora da Alinhavo, uma plataforma, em vias de se tornar uma aplicação, para tornar os consumidores conscientes Margarida David Cardoso 1 de Abril de 2018, 10:25

PÚBLICO: E se uma app lhe dissesse quem fez as suas roupas?


As associações e movimentos contra a prospeção e exploração de hidrocarbonetos em Portugal exigem saber o que fará o Governo, após a emissão de pareceres negativos das Câmaras de Santiago do Cacém, Sines, Odemira, Aljezur, Vila do Bispo e Lagos contra o início de atividade do consórcio Galp/ENI. 18 de Dezembro de 2017 http://www.sulinformacao.pt/2017/12/camaras-disseram-nao-ao-petroleo-e-movimentos-querem-saber-o-que-fara-o-governo/  

SULINFORMAÇÃO: Câmaras disseram «não» ao petróleo e movimentos querem saber o que fará o Governo



Movimentos e associações que têm vindo a denunciar e a lutar contra a prospeção e exploração de hidrocarbonetos ao largo da Costa Vicentina e Sudoeste Alentejano tomaram uma posição conjunta, onde reafirmam a sua determinação em parar este processo. 20 de Novembro de 2017 http://www.sulinformacao.pt/2017/11/plano-de-trabalhos-da-galpeni-leva-ativistas-anti-petroleo-a-reafirmar-disponibilidade-para-a-luta/

SULINFORMAÇÃO: Plano de trabalhos da Galp/ENI leva ativistas anti-petróleo a reafirmar disponibilidade para a luta


O documento enviado hoje à agência Lusa é subscrito pelos movimentos Alentejo Litoral pelo Ambiente (ALA), Algarve Surf and Marine Activities Association (ASMAA), Climáximo, Coletivo Clima, Futuro Limpo, Preservar Aljezur, Stop Petróleo Vila do Bispo, Tamera, Tavira em Transição, Campanha Linha Vermelha e pela Associação Rota Vicentina. 17 DE NOVEMBRO DE 2017 https://www.dn.pt/lusa/interior/ambientalistas-dizem-que-imposicao-de-prospecao-de-petroleo-viola-principios-democraticos-8924605.html

DN: Ambientalistas dizem que “imposição” de prospeção de petróleo viola princípios democráticos



No último dia da conferência tecnológica Web Summit alguns ativistas faziam tricô e croché para evitar uma subida de 2.º Celsius nas temperaturas globais, valor entendido pela comunidade científica internacional como o ponto de “não retorno para as catástrofes climáticas”, revelou a organização da campanha Linha Vermelha, envolvida na intervenção, em comunicado. 09 DE NOVEMBRO DE 2017 https://www.dn.pt/lusa/interior/web-summit-ativistas-fazem-intervencao-contra-exploracao-de-petroleo-e-gas-8906562.html  

DN: Web Summit: Ativistas fazem intervenção contra exploração de petróleo e gás


No Grandi Navi: ricomincia la mobilitazione a Venezia „La “due giorni” vede convergere in laguna tra gli altri: i tedeschi del Movement against Stuttgart 21, i francesi del Comitè contre la construction de l’aereporte de Notre Dame des Landes, i portoghesi di Academia Cidadã, e i catalani di Ciutat per a qui l’habita Palma o i greci di Hellenic Mining Watch.“ Potrebbe interessarti: http://www.veneziatoday.it/cronaca/no-nav-grandi-navi-venezia.html

VENEZIA TODAY: No Grandi Navi, musica e gadget contro i giganti in laguna: il ritorno alle Zattere



Per questo all’appello lanciato dal comitato No Grandi Navi hanno aderito in tanti e da tutta Europa. All’assemblea che si svolgerà sabato pomeriggio ai Magazzini del Sale, parteciperanno delegazioni del movimento tedesco contro Stuttgard 21, di Ciutat per a qui l’habita Palma delle isole Baleari, di portoghesi di Academia Cidadã e del Comitè francese contre la construction de l’aereporte de Notre Dame des Landes. Non potevano mancare i No Tav della Val di Susa, i No Muos siciliani, i No Tap del salento ed i napoletani di Stop Biocidio.   A Venezia le “Giornate europee dei movimenti per la difesa dei territori”

ALTRECONOMIA: A Venezia le “Giornate europee dei movimenti per la difesa dei territori”


Die Häuser sind jedoch längst nicht mehr nur in der Hand von Portugiesen. Mit einer Reihe von Sonderbedingungen lockt der portugiesische Staat gut betuchte ausländische Investoren nach Portugal: Das so genannte “Goldene Visum” vergibt eine fünfjährige Aufenthaltsgenehmigung an Nicht-EU-Bürger, die eine Immobilie im Wert von mindestens 500.000 Euro kaufen; und Rentner aus anderen EU-Staaten zahlen 10 Jahre lang keine Steuern auf ihre Bezüge, wenn sie in Portugal ihren Hauptwohnsitz haben. Leonor Duarte vom Lissabonner Bürgerverein “Academia Cidadã” kritisiert diese Politik.   http://www.deutschlandfunk.de/tourismusboom-in-portugal-fluch-oder-segen.724.de.html?dram:article_id=393350

DEURSCHLANDFUNK: Tourismusboom in Portugal – Fluch oder Segen?



A mensagem integrou também a Campanha Linha Vermelha – uma campanha criada pela Climáximo e a Academia Cidadã. A linha vermelha representa a voz dos que repetidamente disseram não à exploração de petróleo, tanto em Portugal como no resto do mundo, e que ao tricotar e crochetar, pretendem informar e mobilizar a população que caso contrário não seria sensibilizada para este crime.   https://www.maisalgarve.pt/noticias/regionais/8342-mensagem-na-praia-de-odeceixe-nao-ao-furo-sim-ao-futuro

+ALGARVE: Mensagem na praia de Odeceixe | Não ao Furo, Sim ao Futuro!


Os grupos ambientalistas ASMAA (Algarve Surf and Marine Association), ALA (Alentejo Litoral pelo Ambiente), Climáximo, Vila do Bispo sem petróleo, Tavira em Transição, Campanha Linha Vermelha, bem como os municípios de Aljezur e Odemira, juntaram-se a esta ação, que se integra na iniciativa “Defender o Sagrado: Imaginar uma Alternativa Global”. 13 de Agosto de 2017 http://www.sulinformacao.pt/2017/08/pessoas-de-40-paises-formaram-mensagem-humana-gigante-na-praia-de-odeceixe-contra-exploracao-de-petroleo/

SULINFORMAÇÃO: Pessoas de 40 países formaram mensagem humana gigante na praia de Odeceixe contra exploração de petróleo



A iniciativa, que se realizou no último dia do Festival Músicas do Mundo, contou também com a participação da campanha nacional ‘Linha Vermelha’ que utiliza as artes do tricot e da tecelagem para mobilizar e alertar os portugueses para a exploração de petróleo e gás em Portugal. “A ideia é tecer a maior linha vermelha possível e com ela percorrer o país em instalações e ações como a que estamos a realizar em Sines porque é um elemento visual muito forte e que as pessoas possam relacionar com o petróleo”, explicou Catarina Gomes. 31/07/2017 Ativistas do ALA pintaram-se com tinta de choco para dizer não ao furo

DIÁRIO DA REGIÃO: Ativistas do ALA pintaram-se com tinta de choco para dizer não ao furo


Em paralelo, a Linha Vermelha desfiou agulhas e linhas para “alertar e consciencializar os portugueses para a exploração do petróleo e do gás em Portugal”, explicou Catarina Gomes, responsável pela campanha nacional que recorre às artes do tricô e do croché para desenhar uma estratégia “mais leve” e “convidativa”, porque, “quando as pessoas ouvem estes assuntos, sobre o petróleo, qualquer coisa relacionada com activismo, ou coisas mais sérias, assustam-se”. 30.07.2017 22:38 por Lusa http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/tinta-de-choco-e-trico-contra-petroleo-na-costa-alentejana

SÁBADO: Tinta de choco e tricô contra petróleo na costa alentejana



Em paralelo, a Linha Vermelha desfiou agulhas e linhas para “alertar e consciencializar os portugueses para a exploração do petróleo e do gás em Portugal”, explicou Catarina Gomes, responsável pela campanha nacional que recorre às artes do tricô e do croché para desenhar uma estratégia “mais leve” e “convidativa”, porque, “quando as pessoas ouvem estes assuntos, sobre o petróleo, qualquer coisa relacionada com ativismo, ou coisas mais sérias, assustam-se”. 29 DE JULHO DE 2017 https://www.dn.pt/lusa/interior/tinta-de-choco-e-trico-vermelho-contra-pesquisa-de-petroleo-na-costa-alentejana-8672858.html

DN: Tinta de choco e tricô vermelho contra pesquisa de petróleo na costa alentejana


Dez ativistas cobriram-se de tinta de choco, na marginal de Sines, esta tarde, enquanto outros pegavam em agulhas para tricotarem uma linha vermelha contra a exploração de petróleo na costa alentejana. 29 Jul, 2017 https://www.rtp.pt/noticias/ambiente/tinta-de-choco-e-trico-vermelho-contra-pesquisa-de-petroleo-na-costa-alentejana_n1017910

RTP: Tinta de choco e tricô vermelho contra pesquisa de petróleo na costa alentejana



Em paralelo, a Linha Vermelha desfiou agulhas e linhas para “alertar e consciencializar os portugueses para a exploração do petróleo e do gás em Portugal”, explicou Catarina Gomes, responsável pela campanha nacional que recorre às artes do tricô e do croché para desenhar uma estratégia “mais leve” e “convidativa”, porque, “quando as pessoas ouvem estes assuntos, sobre o petróleo, qualquer coisa relacionada com activismo, ou coisas mais sérias, assustam-se”. Mário Lopes Pereira 29 de Julho de 2017 https://www.publico.pt/2017/07/29/fotogaleria/dizer-nao-ao-petroleo-no-alentejo-com-tinta-de-choco-375942

PÚBLICO: Dizer não ao petróleo no Alentejo com tinta de choco




Leonor Duarte, psicóloga e fundadora da Academia Cidadã, parte do movimento Morar em Lisboa, diz que o que se está a passar em Lisboa é “um segundo terramoto”. A diferença é que os terramotos não são premeditados e esta convulsão, na sua opinião, não foi apenas uma fúria da natureza. “Estas coisas não acontecem por acaso: há uma promoção da cidade de Lisboa como um centro para o investimento estrangeiro, querem Lisboa concorrida, cosmopolita, limpinha. Um terramoto é uma coisa destrutiva e, depois de acontecer, normalmente há uma limpeza e constrói-se de novo. É mais ou menos essa a intenção”, refere Leonor Duarte, de 45 anos, ao Observador. “Eu sou igual a qualquer arrendatário em Lisboa: vivo em Alfama, estou em perigo e estou com medo. O meu contrato pode não ser renovado, mesmo que ainda ninguém me tenha dito que é essa a intenção. Não acredito que haja alguém […]

OBSERVADOR: “Em Lisboa está tudo à espera de arrendar a casa à Madonna”


“Entre os subscritores iniciais do manifesto da Marcha Mundial do Clima, contam-se 18 movimentos, sindicatos e partidos portugueses: Academia Cidadã(…)” Agência Lusa 5/3/2017   Marcha Mundial do Clima em Portugal marcada para 29 de abril

Marcha Mundial do Clima em Portugal marcada para 29 de abril



Em linha com estas críticas foi lançada a petição Morar em Lisboa – Carta Aberta, de que são signatários a Academia Cidadã, várias associações de moradores e inquilinos da cidade, o GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente), arquitetos, geógrafos e sociólogos. Ontem, às 20.00, a petição já tinha 2683 assinaturas. https://www.dn.pt/sociedade/interior/ate-podemos-viver-no-centro-de-lisboa-mas-tem-de-ser-num-hostel-5628701.html  

DN: “Até podemos viver no centro de Lisboa, mas tem de ser num hostel”


24 Janeiro, 2017 “É cada vez mais difícil morar em Lisboa”. Começa assim a carta aberta “Morar em Lisboa”, endereçada ao Governo, aos deputados, ao município e aos cidadãos, redigida, na semana passada, por um conjunto de instituições e indivíduos ligados ao meio académico, sobretudo arquitectos, geógrafos e sociólogos, e ao activismo social. Pedem a tomada de medidas urgentes para inverter o que apontam como a inequívoca intensificação na capital do processo de gentrificação – ou seja, a valorização imobiliária de uma área da cidade, forçando residentes com menor poder económico a sair para dar lugar a outros com maior poder. Ler mais

O CORVO: Movimento lança carta a pedir medidas urgentes pelo direito a morar em Lisboa



Uma carta aberta dirigida ao Governo, deputados, município e cidadãos. Um grupo composto por cidadãos e várias organizações da sociedade escreveram uma carta aberta ao Governo, deputados, municípios e cidadãos em que dizem considerar urgente “a adoção de uma política nacional e municipal de habitação que favoreça e dinamize o arrendamento público e privado, com segurança e estabilidade”, entre outros aspetos. Ler mais

NOTÍCIAS AO MINUTO: Uma petição que pede mudanças para quem mora em Lisboa




19 janeiro 2017, 11:16 A “drástica” subida das rendas das casas em Lisboa está a gerar uma onda de contestação, cada vez maior, junto da sociedade civil e não só. Um conjunto de cidadãos e de 20 organizações criou o movimento “Morar em Lisboa” e escreveu uma carta aberta aos governantes a pedir “a adoção urgente de uma política nacional e municipal de habitação, que favoreça e dinamize o arrendamento, público e privado, com direitos e deveres, com segurança e estabilidade”, entre outros. Ler mais

IDEALISTA: Movimento popular pede aos governantes para limitar preços do arrendamento em Lisboa







Un’intera giornata è stata dedicata alla progettazione e pianificazione delle azioni di salvaguardia del bosco attraverso un laboratorio di cittadinanza attiva tenuto da João e Pedro dell’Academia Cidadã di Lisbona. Il tutto si è concluso con una chiacchierata col paesologo Franco Arminio, passeggiando tra gli olmi e i lampioni.   http://www.globalist.it/green/articolo/2016/11/10/nella-brescia-inquinata-e-nato-un-bosco-urbano-salviamolo-207934.html

GLOBALIST: Nella Brescia inquinata è nato un bosco urbano: salviamolo